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Amazônia e Cataratas do Iguaçu concorrem a maravilhas do mundo.

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Já está valendo os votos para as 7 maravilhas do mundo dentre elas no Brasil a Amazônia e as Cataratas do Iguaçu entre Brasil e Argentina, em 2006 o Cristo Redentor no meu maravilhoso Rio de Janeiro foi escolhido como uma das maravilhas do mundo moderno, então agora você também terá a chance de votar para escolher a nova maravilha a ser incluida neste hall.

Veja os videos e vote na amazônia e nas Cataratas do Iguaçú vamos dar a América so Sul mais 2 maravilhas.

As informações de como votar esta no respectivos sites que pode também ser votado via sms, e no p´roprio video tem infomações de votação, vote você também e com isto podemos ajudar a cuidar de nossa amazônia e das cataratas... bom voto.
Amazônia   Link para votar na amazônia



Cataratas Link votar nas Cataratas do iguaçu



Veja a lista com as maravilhas já escolhidas do mundo antigo.

Link esterno você será redirecionado a Pagina da Wikipédia Enciclopédia livre
Vamos a lista para ser votada pelo público para a escolha da nova maravilha do mundo ...

Vote para as 7 Novas Maravilhas da Natureza



Escolha os seus sete candidatos


Como votar

1-) Você vai ajudar a eleger as 7 novas maravilhas da natureza. Marque a Amazônia (Amazon) e mais 6 lugares à sua escolha. Eleja também as Cataratas do Iguaçu (Iguazu Falls).
Clique no botão
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2-) Agora você precisa se registrar.!

Ao registra-se você precisará ter um e-mail válido pois receberá um contato para confirmar o endereço e so assim validar o seu voto junto a entidade .

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Livro “1822” de Laurentino Gomes

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Capa do livro e pintura de D. Pedro I
Capa do livro e pintura de D. Pedro I
1822 é tão interessante quanto “1808” 
Lançado em 2007, até hoje o livro-reportagem “1808” recebe elogios e continua vendendo. A última contagem da editora Planeta chega a 700 mil exemplares da obra sobre a vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil. Também rendeu a Laurentino Gomes o prêmio Jabuti na categoria não-ficção.
O sucesso, concordam críticos e leitores comuns, se deve a forma prazerosa da escrita e a revelação de curiosidades históricas que, provavelmente, nunca irão aparecer nos livros didáticos de História do Brasil.
Três anos depois e no rastro das comemorações dos 188 anos da Independência do Brasil, o curioso jornalista oferece aos leitores a continuidade dessa história. Em “1822” ele começa onde parou. Ou seja, o que aconteceu por aqui depois da volta de D. João VI para Portugal, tendo como ponto alto a decisão de D. Pedro às margens do riacho Ipiranga.
O foco continua sendo o perfil pouco conhecido dos principais personagens. Não à toa, o complemento do título é “Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil – um país que tinha tudo para dar errado”.
“Este livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822”, explica o autor. “A Independência resultou de uma notável combinação de sorte, acaso, improvisação, e também de sabedoria de algumas lideranças incumbidas de conduzir os destinos do país naquele momento de grandes sonhos e perigos”.

Escrita no estilo jornalismo literário, a prosa de Laurentino Gomes está longe dos relatos enfadonhas que priorizam nomes, datas e o discurso oficial. Assim como na empreitada anterior, no novo livro interessa ao autor fatos curiosos, a personalidade dos protagonistas e, principalmente, o “como” as coisas aconteceram.
Ao terminar de ler “1822”, ficam lições de História: 1) a Independência do Brasil tinha tudo para dar errado; 2) apenas o aventureiro D. Pedro poderia ter separado o País de Portugal num ato quase impensado; 3) o Brasil de é fruto da capacidade de vender obstáculos que pareciam insuperáveis em 1822.
De acordo com o autor, o novo país nascia falido, analfabeto, sem soldados e armas para enfrentar reações de Portugal e de algumas províncias, muitas delas já querendo a República. “As dúvidas a respeito da viabilidade do Brasil como nação coesa e soberana, capaz de somar os esforços e o talento de todos os seus habitantes, aproveitar suas riquezas naturais e pavimentar seu futuro persistiram ainda muito tempo depois da Independência”, afirma Laurentino, na apresentação do livro.
É justamente nesse tempo de instabilidade que surge a Constituição de 1824, que já trazia ideias como a reforma agrária, o estímulo à agricultura familiar, proteção das florestas, respeito aos índios, educação para todos e a transferência da capital do Rio de Janeiro para algum ponto da região Centro-Oeste.
“Nem todas essas ideias saíram do papel, em especial que diziam respeito à melhor distribuição de renda e oportunidades em uma sociedade absolutamente desigual”, ressalta o autor, que mais uma vez cumpre a função de decifra os fatos e seres humanos por trás dos mitos da historiografia oficial da formação do Brasil.
Fotos
    Capa do novo livro de Laurentino Gomes
    o link foi removido pelo administrador de servidores, o blog ganhandomundo não hospeda arquivos apenas direciona para os servidores, caso o problema persistir favor comuniquem 
                                                     
                                                        

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